quinta-feira, agosto 30, 2012
quarta-feira, agosto 29, 2012
Turne Agosto, Setembro e Outubro da Má Companhia
Pessoal,
Segue Nossa Agenda da Proxima Temporada
Agosto:
30-08 - Peixe Voador
31-08 - Peixe Voador
Setembro
01-19 - Peixe Voador
04-09 - Aniversario do Peixe Voador
06-09 - Peixe Voador
07-09 - Peixe Voador
08-09 - Peixe Voador
13-09 - Peixe Voador
14-09 - Peixe Voador
15-09 - Peixe Voado
20-09 - Peixe Voador
21-09 - Inauguração do Bar Budega em Caruaru
22-09 - Festa de Casamento em Aldeia
28-09 - Show em Zurich - Suiça
Outubro
05-10 - Show no Pirates em Zurich - Suiça
11-10 - Show em Zurich - Suiça
12-10 - Show em Zurich - Suiça
18-10 - Peixe Voador
19-10 - Peixe Voador
20-10 - Peixe Voador
Essa temporada promete,
Abraços
Segue Nossa Agenda da Proxima Temporada
Agosto:
30-08 - Peixe Voador
31-08 - Peixe Voador
Setembro
01-19 - Peixe Voador
04-09 - Aniversario do Peixe Voador
06-09 - Peixe Voador
07-09 - Peixe Voador
08-09 - Peixe Voador
13-09 - Peixe Voador
14-09 - Peixe Voador
15-09 - Peixe Voado
20-09 - Peixe Voador
21-09 - Inauguração do Bar Budega em Caruaru
22-09 - Festa de Casamento em Aldeia
28-09 - Show em Zurich - Suiça
Outubro
05-10 - Show no Pirates em Zurich - Suiça
11-10 - Show em Zurich - Suiça
12-10 - Show em Zurich - Suiça
18-10 - Peixe Voador
19-10 - Peixe Voador
20-10 - Peixe Voador
Essa temporada promete,
Abraços
segunda-feira, agosto 27, 2012
terça-feira, agosto 21, 2012
segunda-feira, agosto 20, 2012
sexta-feira, agosto 10, 2012
terça-feira, agosto 07, 2012
domingo, agosto 05, 2012
quinta-feira, agosto 02, 2012
quarta-feira, agosto 01, 2012
domingo, julho 22, 2012
sábado, julho 21, 2012
sexta-feira, julho 13, 2012
quarta-feira, julho 11, 2012
segunda-feira, julho 09, 2012
quinta-feira, junho 14, 2012
terça-feira, junho 12, 2012
terça-feira, junho 05, 2012
segunda-feira, maio 28, 2012
terça-feira, maio 22, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
Ma Companhia na Cachaçaria Tradição
Ola Pessoal
Estaremos tocando nas quartas feiras na
Cachaçaria Tradição que fica na Rua Amélia
a Partir das 21:00h em ponto com um show acuústico
Esperamos por voces
Abraços Sempre,,,
sexta-feira, maio 04, 2012
terça-feira, abril 24, 2012
sexta-feira, abril 20, 2012
Ma Companhia no Peixe Voador
Pessoal
A Ma Companhia estreia nesta sexta feira no Peixe Voador, Barzinho que fica em Boa Viagem, mais precisamente em Setubal
Começaremos as 22:00h e tocaremos até 01:00h, vai ser joia, não percam
abraços,,,
quinta-feira, abril 19, 2012
segunda-feira, abril 09, 2012
Shows na Suiça - 2012
Pessoal,
Saida - 24-09-12
Chegada - 14-10-12
Xandinho - Guitarra e Vocal
Sergio Eduardo - Baixo
Ebel Perreli - Bateria
Rodrigo Morcego - Guitarra
Claudio Ribeiro - Guitarra
abraços,,,
Saida - 24-09-12
Chegada - 14-10-12
Xandinho - Guitarra e Vocal
Sergio Eduardo - Baixo
Ebel Perreli - Bateria
Rodrigo Morcego - Guitarra
Claudio Ribeiro - Guitarra
abraços,,,
quinta-feira, março 29, 2012
segunda-feira, março 19, 2012
segunda-feira, março 12, 2012
quarta-feira, março 07, 2012
quinta-feira, março 01, 2012
Ma Companhia - Origem
A
Banda Má Companhia foi formada em 1987, pelo vocalista e guitarrista
Xandinho.
Em
1986, quando Xandinho tocava nas noites dos bares de Recife, conheceu
um elenco significativo de outros músicos, todos com o mesmo intuito
e desejo: fazer o velho rock and roll soar em alto e bom som e em
1987 começa a formação do que viria a a ser a Banda Má Companhia: a
Banda Marca Registrada.
Tocando
apenas músicas dos Beatles em shows, bares e eventos de rock and
roll, Xandinho percebeu que fazer releitura de uma banda preferida,
apenas não era sufuciente.
Surge,
então a Má Companhia, com formação em vocal, guitarras,
contrabaixo e bateria.
Eventualmente
surgem, como “up's”, instrumentistas que só fizeram abrilhantar
a banda como violinos folk de Sérgio Lima e André Correa.
Vários
músicos considerados de peso no Recife passaram pela Má Companhia,
entre alguns: Ebel Perreli, Pupillo, João Eduardo (baterias),
Bráulio Araújo, Sérgio Eduardo, Luigi Lagioia, Kennedy
Costa(Contrabaixos), Cláudio Ribeiro, Rodrigo Morcego, Alexandre
Bicudo, Marco DiFerreira, Cobaia (guitarras), Leo Saldanha (piano e
teclados).
E
assim, se passaram os anos...
Em
1990, Xandinho conhece aquele que seria um parceiro musical para a
toda vida: Lula Côrtes !
Artista
plástico, Compositor e Roqueiro de primeira linha, Lula Côrtes
adotou a Má Companhia como a sua banda e a partir daí nasceu uma
grande parceria que seguiu até 2011, passando por gravação de cd's
(1995 – Lula Côrtes e Má Companhia – Homônimo; 1997 - A Vida
não é Sopa), apresentação em grandes festivais de música e
shows.
Atualmente
a Banda Má Companhia tem como base desde o seu início o vocalista
Xandinho e o baixista Sérgio Eduardo, trabalhando com vários
músicos na bateria e guitarras, principalmente.
Entre
os trabalhos mais interessantes, além do rock and roll original, a
Má Companhia já apresentou ao seu público fiel, versões do Frevo
para o Rock, acompanhou bandas regionais como Pau e Corda (conhecida
internacionalmente) e grandes homenagens, a exemplo do Festival de
Inverno de Garanhuns em 2011, homenageando Lula Côrtes, num grande
encontro de músicos pernambucanos.
Giro de 360 graus - Má Companhia em tributo a Lula Côrtes (Fig 2011)
Ma Companhia em Tributo a Lula Cortes em Julho de 2011 no Festival de Inverno de Garanhuns
Lula Cortes e Ma Companhia no Som na Rural
Lula Cortes e Ma Companhia tocando no programa de Roger de Renor, Som na Rural, no patio da Igreja do Carmo, centro de Recife -PE.
Ma Companhia abrindo show Deep Purple no Chevrolet Hall
Ma Companhia abrindo para o Deep Purple com Ebel Perrelli e João Eduardo na bateria. Coisa linda demais. Tambem participando Rodrigo Morcegão na guitarra, Sergio Negão no baixo, Xandinho voz e guitarra e Joao Carlos no Cello.
terça-feira, fevereiro 14, 2012
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
terça-feira, fevereiro 07, 2012
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
terça-feira, janeiro 31, 2012
sábado, janeiro 28, 2012
quinta-feira, janeiro 26, 2012
quarta-feira, janeiro 25, 2012
terça-feira, janeiro 24, 2012
quarta-feira, janeiro 18, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
quinta-feira, janeiro 12, 2012
quarta-feira, janeiro 11, 2012
terça-feira, janeiro 10, 2012
Esse blog é bom
http://culturadequalidade.blogspot.com/search?updated-min=2012-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2013-01-01T00:00:00-08:00&max-results=3
domingo, janeiro 08, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
quinta-feira, janeiro 05, 2012
segunda-feira, janeiro 02, 2012
domingo, janeiro 01, 2012
Dostoivski
A IGREJA – Segundo Escreveu Dostoievski
Fiódor Dostoievski (1821-1881), foi o autor da fenomenal fábula — “O Grande Inquisidor” —, que pode ser considerada um dos pontos mais altos da literatura mundial.
Essa história faz parte de um dos capítulos de sua fantástica obra: “Os Irmãos Karamazov”.
O interesse do famoso autor russo foi o de questionar a Igreja católica de seu tempo.
Na sua crítica instigante, ele mostra como a instituição religiosa rejeitou a mensagem de Cristo, trocando-a pelo poder político e eclesiástico.
Olhando o atual mercado religioso que sobrevive graças à exploração do “divino”, achei conveniente trazer ecos da emblemática fábula escrita por Dostoievski, visando uma reflexão acurada sobre a religiosidade tão intensamente apregoada de forma desequilibrada em todos os rincões de nosso imenso país.
Richard Elliot Friedman, autor do livro ― “O Desaparecimento de Deus”, da Editora Imago (páginas 209 à 210) ―, expõe com primor os pontos principais dessa emblemática fábula:
Dostoievski (*) apresenta “O Grande Inquisidor” como uma história em forma de “poema e prosa” criada por Ivan, o irmão ateu, que a conta a seu irmão mais novo, Aliocha, o aspirante a sacerdote.
Na história, Jesus volta à terra durante a inquisição espanhola.
A narrativa é inserida no contexto da ocultação da face de Deus, quando Ivan diz na introdução: “Quinze séculos se passaram desde que o homem parou de ver sinais vindos do céu”.
“E agora, a divindade aparece novamente entre os homens naquela forma humana em que Ele por três anos conviveu no meio dos homens quinze séculos atrás”.
O visitante divino realiza milagres: um cego recupera a visão; uma criança ressuscita.
Todos o reconhecem.
E, então o velho cardeal que comanda a inquisição o vê e manda que o capturem e o tranquem na prisão.
Na cela da prisão Jesus não diz nada; na verdade, o inquisidor é quem ordena que ele não diga nada, pois “Vós não tendes o direito de acrescentar coisa alguma ao que já dissestes no passado”.
“Por que viestes agora para nos atrapalhar?” — diz o inquisidor para Jesus.
Nos evangelhos são os ‘demônios’ que fazem esse questionamento a Cristo.
E aqui, vai uma crítica ferrenha do autor da fábula, ao Catolicismo Romano: a idéia de que Deus não pode falar nem se intrometer, porque agora “Tudo já foi transmitido por Vós ao Papa, não havendo necessidade alguma de Virdes atrapalhar.
"Mas a liberdade é muito difícil e assustadora para as massas, diz o inquisidor, e então a igreja aceitou os três assombrosos presentes do diabo, o “poderoso espírito”.
Em um trecho da narrativa, o Grande Inquisidor diz então a Jesus que ele errou quando resistiu às três tentações do diabo no deserto.
O diabo lhe ofereceu milagre, mistério e autoridade, e Jesus os rejeitou.
Mas, revela o velho cardeal, a igreja os aceitou.
A igreja governa as massas exatamente através do milagre, do mistério e da autoridade; é disso, argumenta o cardeal, que as massas precisam.
Jesus não quis conquistar as pessoas através de atos milagrosos e dominá-las pelo poder; ao contrário, queria que elas tivessem liberdade de escolha.
Por fim, o cardeal declara que o invasor divino deve ser queimado na fogueira no dia seguinte.
Mas Jesus ainda calado, apenas se limita a beijar o inquisidor nos lábios — “Essa foi a sua única resposta”.
O Grande Inquisidor então abre a porta da cela e diz: “Ide e não volteis mais... não volteis jamais, nunca mais”.
E o visitante divino vai embora.
Numa época em que as pessoas não anseiam por outra coisa que bens materiais e misteriosas curas, a fábula de Dostoievski ainda tem o condão de tornar lúcido ou claro que a mensagem do Messias Judeu não foi a de pregar a medíocre liberdade idealista da felicidade terrena a todo custo. Infelizmente, a “autoridade eclesiástica” da modernidade se apossou do “...e sereis livres”, com a finalidade espúria de saciar sua sede de domínio psicológico, político e econômico sobre as mentes receptivas, valendo-se de uma ordem supostamente "celestial" pré-estabelecida em épocas remotas.
Uma liberdade que se centra em um objetivo supérfluo como o de adquirir, de possuir, obter lucro, e o de produzir espetáculos em nome de Deus, não é realmente uma liberdade, é sim, uma alienação.
(*) Dostoievski morreu em 1881.
Na juventude passou maus pedaços: doença, pobreza, uma sentença de morte aos vinte e sete anos, acorrentado entre criminosos inveterados na Sibéria.
Esse período de sua vida foi decisivo.
Foi quando descobriu a força de sua intuição psicológica; mais ainda, foi quando seu espírito se tornou mais doce e, ao mesmo tempo, mais profundo.
Fiódor Dostoievski (1821-1881), foi o autor da fenomenal fábula — “O Grande Inquisidor” —, que pode ser considerada um dos pontos mais altos da literatura mundial.
Essa história faz parte de um dos capítulos de sua fantástica obra: “Os Irmãos Karamazov”.
O interesse do famoso autor russo foi o de questionar a Igreja católica de seu tempo.
Na sua crítica instigante, ele mostra como a instituição religiosa rejeitou a mensagem de Cristo, trocando-a pelo poder político e eclesiástico.
Olhando o atual mercado religioso que sobrevive graças à exploração do “divino”, achei conveniente trazer ecos da emblemática fábula escrita por Dostoievski, visando uma reflexão acurada sobre a religiosidade tão intensamente apregoada de forma desequilibrada em todos os rincões de nosso imenso país.
Richard Elliot Friedman, autor do livro ― “O Desaparecimento de Deus”, da Editora Imago (páginas 209 à 210) ―, expõe com primor os pontos principais dessa emblemática fábula:
Dostoievski (*) apresenta “O Grande Inquisidor” como uma história em forma de “poema e prosa” criada por Ivan, o irmão ateu, que a conta a seu irmão mais novo, Aliocha, o aspirante a sacerdote.
Na história, Jesus volta à terra durante a inquisição espanhola.
A narrativa é inserida no contexto da ocultação da face de Deus, quando Ivan diz na introdução: “Quinze séculos se passaram desde que o homem parou de ver sinais vindos do céu”.
“E agora, a divindade aparece novamente entre os homens naquela forma humana em que Ele por três anos conviveu no meio dos homens quinze séculos atrás”.
O visitante divino realiza milagres: um cego recupera a visão; uma criança ressuscita.
Todos o reconhecem.
E, então o velho cardeal que comanda a inquisição o vê e manda que o capturem e o tranquem na prisão.
Na cela da prisão Jesus não diz nada; na verdade, o inquisidor é quem ordena que ele não diga nada, pois “Vós não tendes o direito de acrescentar coisa alguma ao que já dissestes no passado”.
“Por que viestes agora para nos atrapalhar?” — diz o inquisidor para Jesus.
Nos evangelhos são os ‘demônios’ que fazem esse questionamento a Cristo.
E aqui, vai uma crítica ferrenha do autor da fábula, ao Catolicismo Romano: a idéia de que Deus não pode falar nem se intrometer, porque agora “Tudo já foi transmitido por Vós ao Papa, não havendo necessidade alguma de Virdes atrapalhar.
"Mas a liberdade é muito difícil e assustadora para as massas, diz o inquisidor, e então a igreja aceitou os três assombrosos presentes do diabo, o “poderoso espírito”.
Em um trecho da narrativa, o Grande Inquisidor diz então a Jesus que ele errou quando resistiu às três tentações do diabo no deserto.
O diabo lhe ofereceu milagre, mistério e autoridade, e Jesus os rejeitou.
Mas, revela o velho cardeal, a igreja os aceitou.
A igreja governa as massas exatamente através do milagre, do mistério e da autoridade; é disso, argumenta o cardeal, que as massas precisam.
Jesus não quis conquistar as pessoas através de atos milagrosos e dominá-las pelo poder; ao contrário, queria que elas tivessem liberdade de escolha.
Por fim, o cardeal declara que o invasor divino deve ser queimado na fogueira no dia seguinte.
Mas Jesus ainda calado, apenas se limita a beijar o inquisidor nos lábios — “Essa foi a sua única resposta”.
O Grande Inquisidor então abre a porta da cela e diz: “Ide e não volteis mais... não volteis jamais, nunca mais”.
E o visitante divino vai embora.
Numa época em que as pessoas não anseiam por outra coisa que bens materiais e misteriosas curas, a fábula de Dostoievski ainda tem o condão de tornar lúcido ou claro que a mensagem do Messias Judeu não foi a de pregar a medíocre liberdade idealista da felicidade terrena a todo custo. Infelizmente, a “autoridade eclesiástica” da modernidade se apossou do “...e sereis livres”, com a finalidade espúria de saciar sua sede de domínio psicológico, político e econômico sobre as mentes receptivas, valendo-se de uma ordem supostamente "celestial" pré-estabelecida em épocas remotas.
Uma liberdade que se centra em um objetivo supérfluo como o de adquirir, de possuir, obter lucro, e o de produzir espetáculos em nome de Deus, não é realmente uma liberdade, é sim, uma alienação.
(*) Dostoievski morreu em 1881.
Na juventude passou maus pedaços: doença, pobreza, uma sentença de morte aos vinte e sete anos, acorrentado entre criminosos inveterados na Sibéria.
Esse período de sua vida foi decisivo.
Foi quando descobriu a força de sua intuição psicológica; mais ainda, foi quando seu espírito se tornou mais doce e, ao mesmo tempo, mais profundo.
sexta-feira, dezembro 02, 2011
ola pessoal
segue a genda da banda pra Dezembro
Quintas - Casa da Moeda - 22:30h
Sabado - 03/12 - Burburinho - 22:00h
Sexta 09/12 - Cachaçaria Virgulino - 22:00h
Sexta 16/12 - Praça do Arsenal Recife Antigo - 21:00h
Sexta 30/12 - Bar do Junior Jardim São Paulo - 17:00h
Sabado 31/12 - Vila de Todos os Santos Maracaípe - 22:00h
Apareçam que vai ser bacana
abraços
quinta-feira, novembro 24, 2011
sábado, outubro 22, 2011
terça-feira, outubro 18, 2011
sexta-feira, outubro 14, 2011
quinta-feira, outubro 13, 2011
quarta-feira, outubro 12, 2011
Silvio Bob Dylan
Silvio
Stake my future on a hell of a past
Looks like tomorrow is coming on fast
Ain't complaining 'bout what I got
Seen better times, but who has not?
Silvio
Silver and gold
Won't buy back the beat of a heart grown cold
Silvio
I gotta go
Find out something only dead men know
Honest as the next jade rolling that stone
When I come knocking don't throw me no bone
I'm an old boll weevil looking for a home
If you don't like it you can leave me alone
I can snap my fingers and require the rain
From a clear blue sky and turn it off again
I can stroke your body and relieve your pain
And charm the whistle off an evening train
I give what I got until I got no more
I take what I get until I even the score
You know I love you and furthermore
When it's time to go you got an open door
I can tell you fancy, I can tell you plain
You give something up for everything you gain
Since every pleasure's got an edge of pain
Pay for your ticket and don't complain
One of these days and it won't be long
Going down in the valley and sing my song
I will sing it loud and sing it strong
Let the echo decide if I was right or wrong
Silvio
Silver and gold
Won't buy back the beat of a heart grown cold
Silvio
I gotta go
Find out something only dead men know
terça-feira, setembro 27, 2011
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